Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/1822/32538

TítuloVantagens e desvantagens da rotação de postos de trabalho : a visão dos trabalhadores e das chefias
Autor(es)Neiva, Francelina Odete Machado de Oliveira
Silva, Isabel Maria Soares da
Editor(es)Araújo, Manuel
Martins, Dora
Palavras-chaveTrabalho repetitivo
Rotação de postos de trabalho
Condições de trabalho
Saúde ocupacional
Efeitos da rotação de postos de trabalho
Trabalho simplificado
(Re)organização do trabalho
Mudança organizacional
Job (re)design
Data2012
EditoraInstituto Politécnico do Porto. Edições Politema
Resumo(s)O trabalho repetitivo tem sido associado, desde há muito, a efeitos nefastos para os(as) trabalhadores(as) quer do ponto de vista psicológico quer do ponto de vista da sua saúde física, sobressaindo nesta última, as lesões músculo-esqueléticas, as quais, quando graves, podem implicar a suspensão da actividade profissional. Uma das estratégias organizacionais passíveis de prevenir e/ou minorar tais efeitos diz respeito à rotação de postos de trabalho. O presente trabalho, partindo de um projecto mais alargado que visava a avaliação de um programa de rotação de postos de trabalho implementado numa organização industrial de grande dimensão, apresenta as vantagens e as desvantagens para os indivíduos e para a organização percepcionadas pelos(as) trabalhadores(as) submetidos(as) ao referido programa e pelas suas chefias directas. Um dos principais objectivos que esteve na origem da implementação de tal programa prendeu-se com a preocupação em prevenir o desenvolvimento de lesões músculo-esqueléticas. A recolha de dados ocorreu através de mais de uma centena de entrevistas junto a trabalhadores(as) e cerca de quarenta questionários aplicados às chefias. Ambas as fontes integravam questões relativas à percepção dos participantes quanto às vantagens e às desvantagens do programa de rotação para os trabalhadores e para a organização, além de aspectos mais específicos consoante cada grupo (ex., avaliação do “modelo preferido de rotação” no caso dos trabalhadores ou de “balanço do projecto” no caso das chefias). A esmagadora maioria dos(as) trabalhadores(as) referiu gostar do “projecto da rotatividade” sendo que cerca de dois terços referiu que o modelo preferido de rotação era o de “3 postos” face ao de 2 ou de 4. De um modo global, as principais vantagens para o indivíduo percepcionadas pelos trabalhadores em relação ao projecto de rotação, dizem respeito ao facto deste ter proporcionado mais competências técnicas e conhecimentos. O impacto na saúde física é a segunda maior vantagem apontada, sendo esta, no entanto, a principal vantagem na perspectiva das chefias. A valorização e o desenvolvimento dos recursos humanos é a principal vantagem organizacional referida pelos participantes. Quanto às principais desvantagens para o indivíduo, foram referidos aspectos relativos ao cumprimento e à concepção do plano de rotação por parte dos(as) trabalhadores(as) e a interferência com a qualidade e a quantidade de desempenho por parte das chefias. Ao nível de desvantagens organizacionais foi enfatizada a diminuição de produtividade aquando do período de aprendizagem das novas tarefas quer pelos(as) trabalhadores(as) quer pelas chefias, tendo as segundas, salientado também a duração desse tempo de aprendizagem.
TipobookPart
URIhttp://hdl.handle.net/1822/32538
ISBN978-972-8688-74-5
978-972-8688-74-5
AcessorestrictedAccess
Aparece nas coleções:CIPsi - Livros e Capítulos de Livros

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