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TitleA comunicação no processo terapeutico das famílias de doentes mentais
Author(s)Gomes, Maria Filomena Pereira
Amendoeira, José
Martins, Maria Manuela
KeywordsFamília
Comunicação
Enfermagem
Doente mental
Family
Therapeutic communication
Nurses
Mentally ill
Issue dateJun-2012
PublisherA Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental (ASPESM)
JournalRevista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental
Abstract(s)A saúde mental no século no XXI estará dependente de quadros sócio-políticos difíceis de prever face à conjuntura económica que se verifica a nível mundial. No entanto, independentemente do que daí advier, é importante inserir a família nos projectos terapêuticos a desenvolver com os doentes mentais. Para que o envolvimento da família nesses projectos terapêuticos seja bem sucedida é necessário a adopção de processos de comunicação a nível das relações interpessoais enfermeiros/famílias de doentes mentais para o sucesso dessas interacções. O estudo que estamos a desenvolver com enfermeiros que trabalham em serviços de internamento de saúde mental e psiquiátrica tem por objectivos: - identificar de que forma o enfermeiro intervém junto das famílias para que estas se sintam apoiadas quando necessitam de ajuda para lidarem com a situação de doença na família. - obter informação sobre os espaços de tempo que disponibilizam para ouvir as famílias. Trabalhamos com 7 enfermeiros. Recorremos a entrevistas semi-estruturadas. O tratamento dos dados é feito através de análise de conteúdo. O nosso estudo demonstra que: - os momentos utilizados pelos enfermeiros para comunicar com a família visam essencialmente dar informações sobre os procedimentos a ter com o doente após a alta. - Entendem a família como um elemento fundamental para o equilíbrio do doente mas não valorizam o equilíbrio da própria família. - O foco de atenção dos enfermeiros é o doente identificado. Decorre de uma análise preliminar dos dados que há pouca comunicação entre enfermeiros e familiares dos doentes internados e quando dialogam é para obter dados dos doentes ou encaminhá-los para outros técnicos. É importante motivar os enfermeiros a desenvolver processos de comunicação junto destas famílias com momentos concretos de ajuda terapêutica. Com estes procedimentos acreditamos que se atingirão ganhos em saúde, observáveis pela diminuição da ansiedade dos familiares, melhor relação destes com os familiares doentes e, por sua vez, menos internamentos dos doentes identificados.
political policies that given the economic climate that exists worldwide will di"cult predictions. However, regardless what can happen, it is necessary once and for all to include families in the therapy project developed with the mentally ill. To be successful with family involvement in therapy projects it is necessary to adopt communication processes at an interpersonal level relationship nurses / families of the mentally. #e aim of this study with nurses working in mental health and psychiatric units is: - Identify how nurses intervene with families so that they feel supported when they need help to cope with the disease situation in the family. - Information about the length of time used to listen to the families. A sample of seven nurses was studied by semi-structured interviews. Data processing was subjected to content analysis. Our study demonstrates that: - #e time used by nurses to communicate with family is essentially aimed at providing information on the procedures to be with the patient a$er discharge. - #ey understand the family as a key element for the patient sense of balance, not appreciating the family sense of balance. - #e attention focus is the mentally ill patient. Conclusions: there is little communication between nurses and family members of mentally ill patients and when dialogue occurs it is to obtain data of patients or to refer them to other health professionals. It is important to motivate nurses to develop communication processes with these families and real instances of therapeutic help. With these procedures we believe that health gains will be obtain, observable with the decrease of anxiety within the family members, better relationship between patients and their family members, and therefore, fewer hospital admissions.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/31307
ISSN1647-2160
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ESE-CIE - Artigos em Revistas Nacionais / Papers in National Journals

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