Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/29548

TitleCalidad de vida y trastornos del humor: relación para cumplir con el proceso de atención
Author(s)Macedo, Ermelinda
Silva, Carlos F.
Nossa, Paulo Nuno Sousa
KeywordsTrastorno del humor
Calidad de vida
Proceso de atención
Doenças do humor
Qualidade de vida
Processo de cuidados
Issue date2012
PublisherInstituto de Salud Carlos III. Unidad de Investigación en Cuidados de Salud (Investén-isciii)
Abstract(s)Los trastornos del humor provocan un fuerte prejuicio en la gente, aunque no sea muy claro cuál su impacto de acuerdo a la enfermedad específica. La calidad de vida de las personas con enfermedad mental ha sido objeto de interés de la investigación cada vez mayor, después de haber sido considerado una medida importante para evaluar las intervenciones y los resultados. objetivos: 1) identificar las relaciones significativas entre los dominios de la calidad de vida y variables sociodemográficas en las personas con trastornos del humor, 2) identificar las relaciones significativas entre la calidad de vida y de la depresión mayor, distimia, trastorno bipolar y los trastornos depresivos no especificados. Método: 39 sujetos mayores de 18 años, con trastornos del humor de un hospital de Portugal. Utilizado el WHOQOL-Bref; Índice de Graffar y un cuestionario de datos demográficos y clínicos. Los datos fueron recolectados en los domicilios de los sujetos. Todos los sujetos firmaron el consentimiento informado. Fueron explicados los objetivos del estudio, el papel de los investigadores y el cumplimiento de la confidencialidad. Para el análisis estadístico se utilizó el Statistical Package for Social Sciences IBM SPSS Statistics, versión 19.0. En el análisis inferencial se utilizaron pruebas paramétricas (prueba T - t), donde la normalidad de las variables observadas y no paramétricas (Mann-Whitney -U ). El ρ de Spearman se utilizó como una alternativa a la r de Pearson cuando este último se viola el supuesto de normalidad. Se consideró estadísticamente significativo un valor p <0,05. Resultados: Se puso de relieve la relación entre la edad, sexo, clase social y la calidad de vida. Los datos también apuntan para un impacto diferencial en la calidad de vida como el trastorno del humor. Las personas con distimia se revela en tres (dominio físico, dominio ambiente y dominio psicológico) de los cuatro dominios del WHOQOL-Bref los valores más bajos. Los sujetos con trastornos depresivos no especificados fueron aquellos con índices más altos de calidad de vida en todos los dominios con algunas relaciones que son significativas en comparación con otras enfermedades. Discusión: Aunque, en general, resultados corroboran los anteriores en la medida en que el revelador de los dominio de la calidad de vida se ven afectados por trastornos del humor, las comparaciones son difíciles debido a las diferencias en la evaluación de la calidad de vida, particularmente en características de las muestras estudiadas, el contexto de la recopilación de datos y herramientas de evaluación utilizadas. Podemos decir que la relación entre la calidad de vida y la enfermedad mental es compleja y no siempre por consenso. Este estudio apunta a la existencia de algunas relaciones entre la calidad de vida y las variables sociodemográficas de las personas con trastornos del humor y la presencia de diferencias en la calidad de vida como la enfermedad que tienen los sujetos. Implicaciones para la práctica: los datos de este estudio proporcionan un fiel reflejo de algunos de los aspectos más subjetivos de la respuesta humana a la enfermedad y confirman la importancia de tenerlos en cuenta en el proceso de atención.
As doenças do humor provocam um forte prejuízo nas pessoas, embora ainda não seja muito claro o seu impacte conforme a especificidade da doença. A qualidade de vida (QDV) das pessoas com doença mental tem sido alvo de crescente interesse de investigação, por ter vindo a ser considerada uma medida importante para aferir intervenções e resultados. Os objetivos deste estudo são: 1) Identificar relações significativas entre os domínios da QDV e variáveis sociodemográficas e de acompanhamento em pessoas com doenças do humor; 2) identificar relações significativas entre a QDV e a Depressão Major (DM) Distimia (D) Doença Bipolar (DB) e Perturbações Depressivas Sem Outra Especificação (PDSOE). Método: Participaram 39 sujeitos com idades superiores a 18 anos, com diagnósticos médicos de DM, D, DB e PDSOE e a frequentar consulta externa de psiquiatria de um Hospital da Zona Norte de Portugal. Foram utilizados o WHOQOL-Bref; o Índice de Graffar e um Questionário de Dados Sociodemográficos e Clínicos. Os dados foram recolhidos nos domicílios dos sujeitos. Todos os sujeitos assinaram consentimento informado no qual eram explicados os objetivos do estudo, o papel dos investigadores e o cumprimento da confidencialidade. Para a análise estatística recorreu-se ao Statistical Package for Social Sciences IBM SPSS Statistics, versão 19.0. Na análise inferencial foram utilizados testes paramétricos (Test t - t), sempre que se verificou a normalidade das variáveis e não paramétricos (Mann-Whitney – U). O ρ de Spearman utilizou-se como alternativa ao r de Pearson, quando neste último se violava o pressuposto da normalidade. Foi considerado estatisticamente significativo um valor de p <0,05. Resultados: Foi realçada a relação entre a idade, sexo, classe social e condições de acompanhamento das pessoas com doença do humor e a QDV. Os dados apontam ainda para um impacte diferencial na QDV conforme a doença do humor. As pessoas com distimia revelaram em três (Domínio Físico, Domínio Psicológico e Domínio Ambiente) dos quatro domínios do WHOQOL-Bref os valores mais baixos. Os sujeitos com DPSOE foram os que apresentam índices superiores de QDV em todos os domínios, existindo algumas relações significativas quando comparadas com as outras doenças. Discussão: Embora, de uma forma geral, os resultados deste estudo corroborem os anteriores, na medida em que revelam que os domínios da QDV são afetados pelas doenças do humor, as comparações tornam-se difíceis devido a diferenças na avaliação da QDV, nomeadamente nas características das amostras em estudo, contexto de recolha de dados e instrumentos de avaliação utilizados. Através desta análise, podemos afirmar que a relação entre a QDV e as doenças mentais é complexa e nem sempre consensual. Este estudo aponta para a existência de algumas relações entre a QDV e variáveis sociodemográficas em pessoas com doenças do humor e para a presença de diferenças na QDV conforme a doença que os sujeitos apresentam. Implicações para a prática: os dados deste estudo permitem uma reflexão séria sobre alguns aspetos mais subjetivos das respostas humanas à doença e confirmam a importância de os ter em atenção no processo de cuidados.
TypeAbstract
URIhttp://hdl.handle.net/1822/29548
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ESE-CIE - Comunicações / Communications

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