Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/28925

TitleMetodologias visuais : do poema da violência à narrativa gráfica da opressão por jovens portugueses
Other titlesVisual methodologies : from the poem of violence to the graphic narrative of oppression by young portuguese
Author(s)Cruz, Judite Zamith
Anastácio, Zélia
KeywordsOppression
Positive psychology
Portuguese culture
Drawing
Preadolescents
Arts education
Visual methodologies
Assimilation-contrast rule
Opressão
Psicologia positiva
Cultura portuguesa
Desenho
Pré-adolescentes
Educação artística
Metodologias visuais
Regra de assimilação contraste
Issue date2014
PublisherAsociación Nacional de Psicología Evolutiva y Educativa de la Infancia, Adolescencia y Mayores (INFAD)
JournalRevista INFAD de Psicologia
Abstract(s)In this case study, addresses the real/imagined oppression, visually depicted, in a class of 12 girls and 5 boys, of the 2nd cycle of basic education, coming from urban and rural milieu of Braga -Portugal, through of interdisciplinary work in Portuguese Language and Visual Education. In the first phase, in Portuguese, the discussion was of differences between a non-explicit journalistic and a poetic event, evidenced in the (visual) metaphor and implicit in the poem. The support for drawings of students was the poem by Bertolt Brecht From the river all drag / if it says is violent I But nobody says violent I The margins that compress it. On articulated, by visual methodologies (Rose, 2005), the visual images and written discourse, the authors tended to play central figures, according to gender, for portraits of coercion situations displaying his knowledge and experience. ln conclusion, there were crossed points of view and were enunciated rebelliousness, disagreements between (co)protagonists (adults and classmates), with dominant negative emotions, namely, contempt, fear, guilt, retaliation/revenge, cowardice, laziness, physical discomfort grips, and impotence of younger, with complaints about the rules and prohibitions of adults, who flee and threatening to kill himself, evildoers and tell lies. In particular, the interior scenarios (family, school, the street, the urban, and rural point of view) grasped positions of authority challenged, pressures and cultural rituals (and marriage procession), with natural, figurative and symbolic elements (doors closed, sticks in the air, explosions ... ). Rarely actions I interactions of protest, threat and escape, which clarify the negative stimulus of departure, are reversed in positive emotions concerning insoluble, socio-emotional, family, discipline and bullying issues. The girls draw dramatic scenes and criticism of mother figure, showing physical abuse but use violence against boys of the school.
No Estudo de Caso, é retratada a opressão real/imaginada, numa turma de 12 raparigas e 5 rapazes, do 2° ciclo, do ensino básico, oriundos de meio urbano e rural, em Braga - Portugal, por um trabalho interdisciplinar, em Língua Portuguesa e Educação Visual. Na primeira fase, em Língua Portuguesa, debateram-se diferenças entre um acontecimento jornalístico e um relato poético, evidenciado na metáfora (visual) e no poema implícito. Teve-se como suporte escrito o poema de Bertolt Brecht Do rio que tudo arrasta /Se diz que é violento / Mas ninguém diz violentas /As margens que o comprimem. Nos discursos articulados por metodologias visuais (Rose, 2005) das imagens visuais e escritas, os autores tenderam a reproduzir figuras centrais, segundo género, para retratos de coação e libertação do seu conhecimento e experiência. Nas conclusões, registaram-se pontos de vista cruzados e enunciaram-se as rebeldias, desavenças de (co)protagonistas (mães, adultos e colegas), com emoções negativas dominantes, incluindo menosprezo, medo, culpa, represália/vingança, cobardia, preguiça, desconforto por apertos físicos, impotência dos menores, com queixas das regras e proibições dos adultos, de quem fogem e ameaçam matar-se, fazem maldades e dizem mentiras. Os cenários interiores (familiares, escolares, na rua, urbanos e campestres) agarraram as funções de autoridade contestada, pressões e rituais culturais (procissão e casamento), com elementos naturais, figurativos e simbólicos (portas fechadas, paus no ar, rebentamentos...). Raras vezes as ações/interações de protesto, ameaça e fuga, que esclarecem o estímulo negativo de partida, são revertidas em emoções positivas. As razões atribuídas para as circunstâncias penosas podem ler-se em balões de fala e de pensamentos, relativos às questões insolúveis, socio-afetivas, familiares, disciplinares e de bullying. As raparigas desenham cenas dramáticas e críticas/contestatárias de figura de mãe, evidenciando maus tratos físicos, mas são violentas contra os rapazes da escola.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/28925
ISSN0214-9877
Peer-Reviewedyes
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:CIEd - Artigos em revistas científicas internacionais com arbitragem
CIEC - Artigos (Papers)

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J_Cruz&Anástacio.pdf
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