Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/1822/25647

TítuloAdolescentes portugueses e o bullying escolar : estereótipos e diferenças de género
Autor(es)Costa, Paulo Jorge Freitas da Silva e
Farenzena, Rosana
Simões, Hugo
Pereira, Beatriz Oliveira
Palavras-chaveAdolescência
Bullying
Vitimação
Género
Escola
Adolescence
Victimization
Gender
School
Data2013
EditoraUniversidade de Lisboa. Instituto de Educação
RevistaInteracções
Resumo(s)A violência escolar, em particular o bullying, constitui uma espécie de «nó cego» para as comunidades educativas e, de modo geral, para a sociedade. Na lógica de uma compreensão contextual e profunda da vida escolar de adolescentes, desenvolvemos um estudo sensível às especificidades das interações entre pares, direta ou indiretamente relacionadas com manifestações de bullying. Nesta perspetiva, pretendemos verificar se o género masculino, enquanto catalisador preferencial destas abordagens agressivas, mantém nos dias de hoje, o seu status de bullying face ao género feminino. Descrevemos e analisámos a prevalência das múltiplas formas de vitimação ocorridas entre pares, através de um questionário aplicado a 360 alunos do 7º ano do ensino básico, sendo 168 (46,7%) do género feminino e 192 (53,3%) do masculino, com idades compreendidas entre os 11 e os 16 anos ( =12,36 e + = 0,773). Os principais achados da pesquisa indicam não haver diferenças de género, estatisticamente significativas, com exceção aos tipos de vitimação física e de exclusão. Decorre dessa constatação, no confronto com outras que, da mesma forma, emergem dos esforços para desvelar a realidade educativa das crianças e jovens, quecompõem o corpo de alunos da escola pública portuguesa, o indicativo de uma necessidade inadiável: garantir, pela vigência plena das próprias funções da escola, o direito à participação e à autonomia, no que se afirmam diferentes dimensões da cidadania, dessas categorias sociais geracionais.
School violence, particularly bullying, is a thorn in the flesh for educational communities and society overall. Working within the framework of a deep contextual understanding of teenagers’ school life, we have developed a study sensitive to peer interaction specificities directly or indirectly related to bullying displays. From this perspective, we aim to verify whether the male gender still maintains its status as the preferential catalyst of these aggressive bullying approaches as compared to the female gender. Prevalence of multiple ways of victimization in peer groups is described through a questionnaire applied to 360 lower secondary (7th grade) students, where 168 (46.7%) are girls and 192 (43.3%) are boys, with ages between 11 and 16 years old (=12.36 e + = 0.773). Main research findings indicate no statistically significant gender differences, with the exception of physical victimization and exclusion. These findings alongside others that have emerged from similar efforts to unveil the educational reality of the children and young people that make up the student bodies of public schools point to the urgent need to guarantee, by putting the school’s inherent functions into full operation, the rights of these specific generational categories to participation and autonomy in which the different dimensions of citizenship are expressed.
Tipoarticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/25647
ISSN1646-2335
Versão da editorahttp://revistas.rcaap.pt/interaccoes/article/view/2857
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:CIEC - Artigos (Papers)

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