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TítuloEntre mulheres : género e representações das relações íntimas
Outro(s) título(s)Between women : gender and representations of intimate relationships
Entre femmes : Genre et représentations des relations intimes
Autor(es)Brandão, Ana Maria
Palavras-chaveIgualitarismo
Homoerotismo feminino
Desigualdade de género
Egalitarianism
Female homo-eroticism
Gender inequality
Égalitarisme
Homo-érotisme féminin
Inégalité de genre
Data2012
EditoraAssociação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres (apem)
RevistaEx aequo
Resumo(s)Na modernidade tardia, as relações íntimas são enformadas por um ideal igualitário que se estendeu à relação homoerótica, reforçado pela homogamia de género dos/as parceiros/as e pela necessidade de estes/as construírem novos modelos de conjugalidade. A relação homoerótica feminina, em particular, tem sido apresentada como traduzindo a recusa de conformidade ao poder masculino e potencialmente subversiva de uma ordem assente no género. Neste artigo, discute-se de que modo certas representações da relação homoerótica feminina traduzem uma reprodução do pensamento binário que faz do género o elemento central de valorização da relação, tornando questionável a sua capacidade de subverter a ordem dominante.
In late modernity, intimate relationships have been shaped by an egalitarian ideal, which is reinforced, in the case of homo-erotic relationships, by gender homogamy and the need to construct new conjugality models. Female homo-erotic relationships, particularly, have been equated as a refusal of women’s conformity to male power and potentially subversive of the gender order. In this article, one discusses how certain representations of the female homo-erotic relationship convey a reproduction of the binary thought that perceives gender as its core and most valued element, questioning its ability to subvert the dominant order.
Dans la modernité tardive, les relations intimes sont édifiées sur un idéal égalitaire qui s’est élargie à la relation homo-érotique, renforcé par l’homogamie de genre des partenaires et par la nécessité que ceux-ci ont de construire des nouveaux modèles de conjugalité. La relation homo-érotique féminine, en particulier, a été présentée comme en traduisant le refus de conformité au pouvoir masculin et potentiellement subversive d’un ordre basé dans le genre. Dans cet article, on discute de que façon certaines représentations de la relation homo-érotique féminine traduisent une reproduction de la pensée binaire qui fait du genre l’élément central de valorisation de la relation, en rendant problématique sa capacité de subvertir l’ordre dominant.
Tipoarticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/25074
ISSN0874-5560
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:DS/CICS - Artigos em Revistas Nacionais/Articles in National Journals

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