Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/17224

TitleA (auto) avaliação das escolas: "virtudes" e "efeitos colaterais"
Other titlesSchool (self) evaluation: “virtues” and “collateral efects”
La (auto)evaluación de las escuelas: “virtudes” y “efectos colaterales”
Author(s)Sá, Virgínio
KeywordsAvaliação institucional
Auto-avaliação
Avaliação externa
Qualidade
Issue dateJan-2009
PublisherFundação CESGRANRIO
JournalEnsaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação
CitationSA, Virgínio. A (auto)avaliação das escolas: "virtudes" e "efeitos colaterais". Ensaio: aval.pol.públ.Educ. [online]. 2009, vol.17, n.62, pp.87-108. ISSN 0104-4036. https://doi.org/10.1590/S0104-40362009000100005.
Abstract(s)Ao longo das duas últimas décadas, em contextos sócio-políticos muito diversos, primeiro nos países centrais, depois nos países semi-periféricos e periféricos, a agenda avaliativa, nas suas diferentes configurações e domínios de incidência, tem vindo a assumir uma enorme centralidade. No caso de Portugal, as alterações recentes no quadro legislativo que enquadra as nossas escolas e os seus profissionais, com destaque para o novo estatuto da carreira docente do ensino não superior e para a “indexação” dos muito propalados contratos de autonomia à prévia existência de processos auto-avaliativos e de avaliação externa, catapultaram esta problemática para as primeiras páginas da agenda pública. As razões deste (súbito) interesse pelas questões da avaliação educacional em geral, e da avaliação institucional em particular, organizam-se em torno de uma pluralidade de eixos estruturadores filiados em lógicas e racionalidades em tensão, uns mais vinculados às preocupações com o controlo, outros mais sintonizados com uma agenda emancipatória.Neste texto pretende-se discutir algumas daquelas lógicas e racionalidades em tensão, articulando-as com a diversidade de agentes e de agendas que a avaliação pode servir. De modo mais específico, procura-se pôr em evidência alguns dos “efeitos colaterais” decorrentes de concepções e práticas avaliativas que ignoram, ou desprezam, a assunção da escola como “organização educativa complexa”.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/17224
DOI10.1590/S0104-40362009000100005
ISSN0104-4036
Publisher versionhttp://www.scielo.br/pdf/ensaio/v17n62/a05v1762.pdf
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CIEd - Artigos em revistas científicas internacionais com arbitragem

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