Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/14748

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dc.contributor.authorCruz, Judite Zamith-
dc.date.accessioned2011-12-02T14:22:53Z-
dc.date.available2011-12-02T14:22:53Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.isbn978-972-8681-35-7-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/14748-
dc.description.abstractEm anos recentes, observou-se um avanço exponencial de conhecimento e investigação neurobiopsicológica sobre autismo, perturbação que já foi classificada segundo uma tríade incapacitante: ao nível da interacção social, ao nível da comunicação verbal e não verbal, e ao nível das actividades lúdicas e imaginativas. Esta psicopatologia atinge, aproximadamente, um em cada mil indivíduos, estando a etiologia ampliada, o diagnóstico muito mais circunscrito e a psicoterapia em franco aprofundamento, se bem que com vozes divergentes: autismo (não) é síndrome de Asperger. O nascimento de um filho representa esperança familiar, quando comece a reestruturar a vida quotidiana. No entanto, ter um filho com autismo obriga a família a cumprir inesperadas e sucessivas reorganizações e readaptações, acarretando o fim de um sonho e reacções emocionais de limitada previsibilidade, provocadas por factores específicos desta perturbação, nomeadamente, o modo como são apresentadas «más notíciasa/diagnóstico, cronicidade da psicopatologia, comprometimento de conduta, dúvidas e incertezas quanto ao futuro... Estes factores constituem enormes dificuldades confrontados por pais e/ou cuidadores. O presente trabalho de investigação interacionista (Iñiguez, 2007), por técnica de entrevista, orientou-se no sentido de analisar o envolvimento parental em crianças com autismo, interpretar a forma como os pais se adaptaram, analisar conhecimentos e capacidades parentais ao lidarem com um filho com autismo e apreender principais limitações identificadas na condição avaliada. As principais conclusões do estudo realizado no Norte de Portugal remeteram-nos para uma clarificação de múltiplas limitações e dificuldades que os pais são obrigados a enfrentar na adaptação e no processo desenvolvimental da criança com autismo. Na grande maioria dos casos, nem possuirão recursos psicossociais e/ou económicos, nem conhecimentos para adequação familiar a educação especializada. Finalmente, pais de crianças com autismo apresentarão, em grande medida, limites e limitações sócio-familiares que colocam a necessidade de apoio social, em particular, de instituições comunitárias com inserção psicopedagógica de crianças/jovens, aconselhamento por profissionais e elos de entreajuda de familiares.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherInstituto Politécnico da Guardapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAutismopor
dc.subjectFamíliapor
dc.subjectPsicologiapor
dc.subjectDiagnósticopor
dc.titleTestemunho de pais de crianças autistas : realidades vivificantes depois de más notíciaspor
dc.typeconferencePaper-
dc.peerreviewedyespor
sdum.publicationstatuspublishedpor
oaire.citationConferenceDate30 Jun - 2 Julh 2011por
oaire.citationStartPage243-
oaire.citationEndPage248-
oaire.citationConferencePlaceGuarda, Portugalpor
oaire.citationTitleLivro de Atas do XI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educaçãopor
oaire.citationVolume2-
sdum.conferencePublicationLivro de Atas do XI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educaçãopor
Appears in Collections:CIEd - Textos em volumes de atas de encontros científicos nacionais e internacionais

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