Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/11370

TitleVariáveis de saúde, familiares e de psicopatologia em filhos de veteranos da guerra colonial portuguesa
Author(s)Pedras, Carla Susana Abreu
Advisor(s)Pereira, M. Graça
Issue date17-Sep-2009
Abstract(s)Este estudo tem como finalidade estudar a Perturbação Secundária de Stress Traumático (STSD) em filhos de Veteranos da Guerra Colonial Portuguesa. A amostra inclui 80 filhos adultos. Trata-se de um estudo correlacional e transversal. Os instrumentos utilizados foram: “Questionário de Vivências Familiares na Infância (QVFI), Versão de Investigação de Pereira e Pedras (2008); “Escala de Avaliação da Resposta ao Acontecimento Traumático Secundário” (EARAT), de McIntyre (1997); “Brief Symptoms Checklist” (BSI), Versão Adaptada Canavarro (1999); “Health Symptoms Checklist” (HSC), Versão de Investigação de Pereira e Pedras (2008); “Family Adaptability Cohesion Evaluation Scale” (FACES III), Versão Portuguesa de Curral e colaboradores (1999); “Questionário de Estilo de Vida” (QEV), Versão de Investigação de Pereira e Pedras (2008). Os resultados revelam que 27.50% da amostra apresenta STSD. A Sintomatologia Traumática relaciona-se de forma positiva com: Psicopatologia (IGS e subescalas), Vivências Familiares Negativas na Infância e Sintomatologia Física e de forma negativa com o Estilo de Vida. O STSD relaciona-se com a psicopatologia, sintomatologia física e de forma negativa com o estilo de vida. Encontramos diferenças entre o grupo de filhos com e sem o diagnóstico de STSD e com e sem Sintomatologia Traumática, ao nível das Vivências Familiares, Psicopatologia, Sintomatologia Física e Funcionamento Familiar. Em ambos os grupos, não se verificaram diferenças ao nível do estilo de vida. Da análise das variáveis preditoras, verificamos que a Sintomatologia Física e as Vivências Familiares na Infância são preditoras da Sintomatologia Traumática, explicando cerca de 44 e 11% da variância respectivamente. A Psicopatologia e a Sintomatologia Traumática são os predictores da Sintomatologia Física, explicando cerca de 66 e 5% da variância respectivamente. O Funcionamento Familiar (adaptabilidade) apresentou-se como variável mediadora da relação entre Sintomatologia Traumática e Estilo de Vida. Relativamente às análises exploratórias, verificamos diferenças nas vivências familiares em função do género, idade e acompanhamento psicológico; na sintomatologia física, em função das habilitações literárias e acompanhamento psicológico e na sintomatologia traumática em função do acompanhamento psicológico. Os resultados revelam a importância da intervenção com esta população ao nível da sintomatologia traumática e da sintomatologia física em particular.
This study aims to investigate the Secondary Traumatic Stress Disorder (STSD) in adult children of veterans of the Portuguese Colonial War. The sample comprises 80 adult children. This is a correlational and cross-sectional study. The instruments used were: “Questionário de Vivências Familiares na Infância” (QVFI), Research Version of Pereira and Pedras (2008); “Escala de Avaliação da Resposta ao Acontecimento Traumático Secundário” (EARAT), McIntyre (1997); “Brief Symptoms Checklist” (BSI), Portuguese version of Canavarro (1999); “Health Symptoms Checklist” (HSC), Research Version of Pereira and Pedras (2008); “Family Adaptability Cohesion Evaluation Scale” (FACES III), Portuguese version of Curral et al., (1999); “Questionário de Estilo de Vida” (QEV), Research Version of Pereira and Pedras (2008). The results showed that 27.5% of the sample have STSD. Traumatic Symptomatology is positively associated with: Psychopathology (IGS and subscales), Negative Family Experiences in Childhood and Physical Symptomatology, and negatively with Lifestyle. STSD is positively related to Psychopathology and Physical Symptomatology and negatively with Lifestyle. Differences were found between the group with and without the diagnosis of STSD and with and without Traumatic Symptomatology, on Family Experiences, Psychopathology, Family Functioning and Physical Symptoms. In both groups, there were no differences on lifestyle. In terms of predictors, Physical Symptomatology and Family Experiences in Childhood were e predictors of Traumatic Symptomatology, explaining 44% and 11% of the variance respectively. Psychopathology and Traumatic Symptomatology were the predictors of Physical Symptomatology, explaining about 66% and 5% of the variance respectively. Family Functioning (adaptability) was found to be a mediator in the relationship between Traumatic Symptomatology and Lifestyle. In terms of exploratory analysis, differences were found on family experiences by gender, age and psychological support. We also found differences on Physical Symptomatology according to educational background and psychological support and finally on Traumatic Symptomatology according to psychological support. The results show the importance of designing interventions for this population particularly on traumatic Symptomatology and Traumatology and Physical Symptomatology.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Psicologia (área de especialização em Psicologia da Saúde)
URIhttp://hdl.handle.net/1822/11370
AccessOpen access
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
CIPsi - Dissertações de Mestrado

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