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  <title>Repositório Colecção: CECS - Comunicação e Sociedade - Vol. 28 (2015): Mobilidades, Media(ções) e Cultura</title>
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  <subtitle>CECS - Comunicação e Sociedade - Vol. 28 (2015): Mobilidades, Media(ções) e Cultura</subtitle>
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    <title>Mobilidades, media(ções) e cultura</title>
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    <updated>2020-08-03T22:55:33Z</updated>
    <published>2016-02-24T11:17:45Z</published>
    <summary type="text">Título: Mobilidades, media(ções) e cultura
Editor: Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade; Araújo, Emília Rodrigues; Cogo, Denise; Pinto, Manuel
Resumo: [Excerto] Vive-se hoje na Europa e no mundo a efervescência contínua da mobilidade, da deslocação, da viagem, da ida e do regresso. Por meio de deslocações efetivas e corpóreas, ou por meio de deslocações virtuais, as sociedades atuais são, nas suas estruturas, intrinsecamente constituídas pela potência das mobilidades, pela possibilidade de sair, ir e voltar. Ao longo dos anos vimos crescer o número de investigações acerca dos motivos pelos quais as pessoas deixam um espaço geográfico. Assistimos, Também, ao aumento do número de pesquisas acerca das motivações que levam as pessoas a escolher certos lugares para viver, trabalhar ou passear. As abordagens sobre tais panóplias de motivos e condições são, ainda hoje, válidas. Todavia, a época atual surge marcada por fenómenos que são agora muito menos&#xD;
lineares do que eram há décadas atrás. As mobilidades não são apenas cada vez mais pluriformes. São também desencadeadas por motivos de uma configuração substancialmente distinta. A esse respeito, podemos falar da própria natureza da política e da forma como esta modela e dispõe os povos à mobilidade e à migração (apenas para ilustração, pensemos na perseguição política e/ ou religiosa). Mas, também podemos mencionar o modo como certos fenómenos sociais, tais como o trabalho, o lazer, a rede de transportes, as redes e os modos de interação familiar ocorrem em espaços cada vez mais móveis. O mesmo pode ser assinalado para o caso dos modos de emergência e manutenção das redes de tráfico humano, catástrofes naturais e/ou humanas, terrorismo ou guerras e conflitos armados. Tais fenómenos apresentam-se hoje com caraterísticas e dinâmicas inscritas na experiência da globalização financeira e informacional, para a qual pouca diferença faz o lugar – entendido em sentido estrito. Todos estão marcados pela variabilidade, flexibilidade, opacidade, incerteza e imprevisibilidade. Às vezes, são mesmo paradoxais (...).
&lt;b&gt;Tipo&lt;/b&gt;: journal</summary>
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